EXTRATIVISMO E A COMUNICAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

O CASO DAS QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU

Autores

  • Magnolia Rejane Andrade dos Santos Universidade Federal de Alagoas
  • Raysa Beatriz da Silva Lemos Universidade Federal de Alagoas

Resumo

O presente artigo objetiva apresentar os processos comunicacionais no extrativismo do babaçu. Em relação a metodologia, a pesquisa caracteriza-se como bibliográfica e qualitativa. Alguns autores utilizados para a fundamentação do trabalho são Peruzzo (2006), Silva (2014) e Barbosa (2018). Apresentamos o conceito e tipologia do extrativismo. Abordamos o extrativismo do babaçu como uma atividade essencial para o desenvolvimento de comunidades extrativistas brasileiras. Destacamos a função socioambiental das quebradeiras de coco. Discorremos acerca do movimento social das quebradeiras, da comunicação comunitária como um fator relevante para esses grupos e da interação dessas mulheres com as Tecnologias de Comunicação e Informação. Concluímos que a comunicação comunitária e as Tecnologias de Comunicação e Informação estão presentes no movimento social de quebradeiras.

 

Biografia do Autor

Magnolia Rejane Andrade dos Santos, Universidade Federal de Alagoas

Professora adjunta do Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Alagoas. Professora permanente do Mestrado em Ciência da Informação da Universidade Federal de Alagoas. Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Raysa Beatriz da Silva Lemos, Universidade Federal de Alagoas

Mestranda em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Alagoas. Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Maranhão. 

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Publicado

31.12.2021

Como Citar

Andrade dos Santos, M. R., & da Silva Lemos, R. B. . (2021). EXTRATIVISMO E A COMUNICAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO: O CASO DAS QUEBRADEIRAS DE COCO BABAÇU. Latin American Journal of Business Management, 12(2). Recuperado de https://www.lajbm.com.br/index.php/journal/article/view/678

Edição

Seção

Artigos